24 de outubro de 2026
VÔLEI

Justiça Desportiva veta Tifanny na Superliga por unanimidade

Por Redação | CNN Brasil - Gustavo Riguetti e Leonardo Martins
| Tempo de leitura: 1 min
Reprodução/Instagram da atleta
Tifanny Abreu, do Osasco.

A Justiça Desportiva revogou, por unanimidade, a liminar que permitia à atleta Tifanny Abreu jogar pelo Osasco nas competições da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). Com a decisão, anunciada nesta sexta-feira (23), ela não pode atuar na Superliga Feminina.

Tifanny, de 41 anos, joga a Superliga desde 2017 e está na sexta temporada pelo Osasco. Uma decisão da Justiça do Rio de Janeiro havia suspendido a determinação da CBV e liberado a atleta para os jogos contra o Praia Clube, pela Supercopa, e contra o Brasília, na estreia da Superliga.

Em agosto, a CBV anunciou que passaria a adotar a política de elegibilidade do Comitê Olímpico Internacional (COI) para atletas transgênero na categoria feminina. Pela regra, as jogadoras precisam apresentar teste genético negativo para o gene SRY, associado ao desenvolvimento sexual masculino.

Em nota, a CBV afirmou que "cumpriu integralmente a decisão anterior" enquanto a liminar estava em vigor e que continuará cumprindo todas as determinações da Justiça e da Justiça Desportiva. Segundo a entidade, a política de elegibilidade é "uma norma geral, aplicável igualmente a todas", em linha com os critérios do COI e da Federação Internacional de Voleibol (FIVB).

O Osasco enfrenta o Mackenzie neste sábado (24), às 16h, em Belo Horizonte, pela segunda rodada da Superliga Feminina.

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