DENGUE

Dengue: 85% dos criadouros em Botucatu estão dentro dos imóveis

Por Da Redação | Prefeitura de Botucatu
| Tempo de leitura: 1 min
Pesquisa da Vigilância Ambiental em Saúde (VAS) encontrou larvas do mosquito em 1,2% dos imóveis pesquisados.
Pesquisa da Vigilância Ambiental em Saúde (VAS) encontrou larvas do mosquito em 1,2% dos imóveis pesquisados.

Botucatu está em situação de alerta para a dengue, segundo o Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) de outubro. A pesquisa da Vigilância Ambiental em Saúde (VAS) encontrou larvas do mosquito em 1,2% dos imóveis pesquisados. Pelos parâmetros do Ministério da Saúde, índices abaixo de 1% são satisfatórios, entre 1% e 3,9% indicam alerta, e a partir de 4% há risco elevado de transmissão de dengue, chikungunya e zika.

O levantamento também mostrou que 85% dos criadouros encontrados estão em recipientes e estruturas dentro dos próprios imóveis, como calhas que acumulam água, caixas-d'água mal vedadas, brinquedos esquecidos no quintal, garrafas e potes em locais descobertos. Segundo a VAS, boa parte desses locais pode ser eliminada com limpeza, organização e manutenção.

Os casos de dengue caíram em 2026. A cidade registra, até o momento, 72 casos confirmados da doença, número bem menor que o de 2024 e 2025, que somaram quase 18 mil casos. Mesmo assim, a Vigilância alerta que o mosquito continua encontrando condições de se reproduzir, e que a chegada dos meses mais quentes e chuvosos favorece a proliferação.

Os Agentes de Combate às Endemias (ACE) visitam imóveis para identificar criadouros, orientar moradores e adotar medidas de prevenção. A VAS pede que os moradores recebam os agentes e sigam as recomendações.

A orientação é reservar cerca de dez minutos por semana para conferir calhas, ralos, canaletas, caixas-d'água, vasos de plantas, quintais e qualquer recipiente que possa acumular água. O cuidado vale também para comércios, empresas, locais de trabalho e espaços de lazer.

A VAS lembra que o uso de inseticidas, como o fumacê, é complementar e não substitui a eliminação dos criadouros.

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