02 de setembro de 2026
AÇÃO DO SIG/CPJ

Homem joga porção bruta de cocaína no vizinho e é preso em Bauru

Por Lilian Grasiela | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Polícia Civil/Divulgação
Cocaína, balança de precisão e simulacro de arma de fogo apreendidos durante a ação policial

Dois homens foram presos em flagrante por policiais civis do Setor de Investigações Gerais (SIG) da Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Bauru, nesta terça-feira (1), suspeitos de se associarem para vender drogas na cidade. Um deles chegou a arremessar uma porção bruta de cocaína em um imóvel vizinho, mas as equipes perceberam a ação e conseguiram localizar o entorpecente. A dupla responderá por tráfico e associação para o tráfico.

Segundo a Polícia Civil, as investigações tiveram início a partir de informações relacionadas à posse ilegal de arma de fogo, receptação e tráfico de drogas envolvendo um dos presos, de 57 anos. "Durante as diligências e vigilâncias realizadas pelos policiais civis, foram observados encontros rápidos do investigado na residência de um homem de 39 anos", revela a corporação, em nota.

Com base nos elementos reunidos durante a investigação, a Polícia Civil representou pela expedição de mandados de busca e apreensão para as residências dos dois suspeitos. No primeiro endereço, do homem de 39 anos, as equipes viram quando ele tentou se desfazer de uma porção bruta de cocaína, jogando-a na residência vizinha, ao perceber a presença dos policiais.

Após buscas, a droga foi localizada. Dentro da casa, foram encontradas balança de precisão e embalagens destinadas ao fracionamento e acondicionamento de entorpecentes. Já no imóvel do principal investigado, foram localizadas outras duas porções brutas de cocaína e um simulacro de arma de fogo. Os dois homens foram presos em flagrante e ficaram à disposição da Justiça.

A Polícia Civil representou ao Judiciário pela conversão das prisões em flagrante em prisões preventivas. "As investigações prosseguem para o completo esclarecimento dos fatos e a eventual identificação de outras pessoas envolvidas e ainda para apurar se os indiciados receptavam produtos de ilícitos como pagamento das porções de drogas comercializadas, como indicavam informações que deram inicio às investigações", diz a corporação.