O Brasil da impunidade, corrupção, insegurança jurídica, penduricalhos e economia fragilizada (dívida de 80% do PIB) será a herança deixada por Lula da Silva ao presidente eleito em 2026.
Seja lá quem seja o eleito, inclusive o próprio Lula, terá que agir sobriamente, emagrecendo a onerosa e ineficiente máquina pública, reduzir despesas e rezar para que a situação não se agrave ainda mais com as intempéries naturais.
Não existe plano "B".
Adotando aqui o milagre de Javier Milei, que tirou a Argentina do buraco.
Com tantas realizações impopulares o pobre coitado presidente brasileiro não será eleito nem para síndico do edifício onde mora.