11 de agosto de 2026
PRIMEIRO SEMESTRE

Região de Bauru teve superávit comercial de US$ 1,06 bilhão

Redação
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As exportações da região de Bauru registraram US$ 1,36 bilhão no período, um aumento de 10% na comparação interanual. As importações somaram US$ 298,4 milhões, o que significa queda de 6,4% frente ao mesmo período do ano passado. Houve superávit de US$ 1,06 bilhão. É o que revela levantamento do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), baseado em dados das regionais do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp). 

Os principais produtos exportados foram sementes e frutos oleaginosos (24%), carnes e miudezas, comestíveis (21,4%) e preparações de carne, peixes ou crustáceos (15,6%). As importações concentraram-se em máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos (33,1%), veículos automóveis, tratores (13,8%) e ferro fundido, ferro e aço (7,2%). No período analisado, os principais destinos das exportações da região de Bauru foram China (34,3%), Estados Unidos (17,7%) e Holanda (4,4%). As compras tiveram como principais origens China (19,2%), Suécia (16,5%) e Alemanha (10,8%).

Rafael Cervone, presidente do CIESP e primeiro vice-presidente da FÌESP, salienta que “a indústria, cujo avanço e fortalecimento temos defendido perante o governo, pode contribuir de modo cada vez mais significativo para ampliação das vendas internacionais, tanto em volume quanto pelo fato de incluir produtos de alto valor agregado na pauta de exportações”. Ele lembra, também, que o CÌESP presta assessoria na área do comércio exterior às empresas associadas. Para isso, basta entrar em contato com a Diretoria Regional ou com a Central de Atendimento, pelo telefone (11) 3549-3232 ou e-mail: atendimento@ciesp.com.br

Estado de São Paulo

No período de janeiro a julho de 2026, o Estado de São Paulo exportou US$ 45,84 bilhões, com crescimento de 5,5% em relação aos US$ 43,43 bilhões registrados no mesmo período de 2025. As importações aumentaram 5,3%, passando de US$ 50,28 bilhões para US$ 52,94 bilhões. 

A corrente de comércio, no período, foi de US$ 98,78 bilhões, crescendo 5,4% frente ao volume de US$ 93,72 bilhões observado no ano passado. A balança comercial teve déficit de US$ 7,10 bilhões, ante US$ 6,85 bilhões na comparação interanual, com aumento de 3,7%.