12 de junho de 2026
AÇÃO DO SIG/CPJ

Bauru: preso suspeito de armazenar e vender combustíveis em casa

Por Lilian Grasiela | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Polícia Civil/Divulgação
No total, foram apreendidos 60 litros de álcool acondicionados em 3 galões de 20 litros cada e 32 litros de gasolina, acondicionados em 3 galões de 4 litros e um de 20 litros, além de uma mangueira

Um homem de 52 anos foi preso em flagrante por policiais civis do Setor de Investigações Gerais (SIG) da Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Bauru, nesta sexta-feira (12), suspeito de revender combustíveis que estavam armazenados de forma irregular em sua residência, no Núcleo Habitacional Nobuji Nagasawa. Ele pagou a fiança arbitrada no valor de R$ 1,6 mil e irá responder pelo crime em liberdade.

De acordo com a Polícia Civil, o SIG da CPJ recebeu, nos últimos dias, diversas denúncias de que o homem estaria guardando e vendendo combustíveis na sua casa. Visando confirmar a veracidade das informações, uma equipe realizou diligências e apurou que o suspeito abastecia veículos na frente do seu imóvel, usando mangueira e galões. Os policiais civis chegaram a flagrar uma dessas situações.

Com mandado de busca judicial em mãos, nesta sexta, equipe do SIG foi até o endereço e encontrou, nos fundos e dentro da residência, vários galões de combustível. No total, foram apreendidos 60 litros de álcool acondicionados em 3 galões de 20 litros cada e 32 litros de gasolina, acondicionados em 3 galões de 4 litros e um de 20 litros, além de mangueira transparente usada nos abastecimentos.

Segundo a polícia, o investigado admitiu que comprava o combustível de forma clandestina de uma pessoa, em recipientes improvisados, e disse acreditar que tratava-se de "restos de tanques". Pelo litro da gasolina, ele alegou pagar R$ 4,00 e, pelo litro de álcool, R$ 2,60. Ele também alegou que o produto era usado para abastecer quatro carros da família, eventualmente na rua, negando a revenda.

Ainda conforme a polícia, o homem também confessou que chegou a comprar 400 litros de combustíveis em um mês e que tinha consciência do perigo que ele, sua família e vizinhos corriam. Ele foi preso em flagrante por armazenar irregularmente produto ou substância tóxica, perigosa ou nociva à saúde humana ou ao meio ambiente e liberado após fiança. Amostras dos produtos foram encaminhadas para perícia.