04 de abril de 2026
NOS DIAS 4 E 5

Catedral celebra Páscoa com missas e Vigília Pascal em Bauru

Por Priscila Medeiros | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação
Programação marca o ponto alto da fé cristã e reforça significado de renovação da data mais importante dos católicos

A Catedral do Divino Espírito Santo realiza neste sábado (4), às 19h, a tradicional Vigília Pascal, considerada uma das celebrações mais importantes do calendário católico. No Domingo de Páscoa (5), as missas serão celebradas em três horários: 7h30, 10h e 19h, reunindo fiéis para celebrar a ressurreição de Jesus Cristo, fundamento central da fé cristã.

A Páscoa é celebrada por milhões de pessoas em diversos países e representa, para os católicos, a vitória da vida sobre a morte, simbolizada na ressurreição de Cristo. A data é o momento mais solene do ano litúrgico e marca a renovação da fé, da esperança e da promessa da vida eterna.

A celebração é precedida pela Quaresma, período de 40 dias dedicado à oração, penitência e reflexão espiritual, que culmina na Semana Santa. Para os fiéis, esse é um tempo de preparação para vivenciar o principal mistério do cristianismo, reafirmando valores como amor, perdão e redenção.

A origem da Páscoa, no entanto, é ainda mais antiga. O termo deriva da festividade judaica do Pessach, que relembra a libertação do povo hebreu da escravidão no Egito. A associação com o cristianismo ocorre porque, segundo os Evangelhos, a crucificação e a ressurreição de Jesus aconteceram durante esse período.

Ao longo dos anos, a celebração também incorporou elementos culturais que ultrapassam o âmbito religioso.

Entre eles, os ovos de chocolate, que se tornaram um dos símbolos mais populares da data. A tradição tem origem em costumes antigos, nos quais o ovo representava fertilidade e renovação da vida, especialmente com a chegada da primavera no hemisfério norte.

Inicialmente, os ovos eram decorados à mão e oferecidos como presente. A versão em chocolate surgiu na Europa entre os séculos 18 e 19, quando confeiteiros franceses e alemães passaram a moldar o alimento a partir do cacau. Com o avanço da indústria, a prática se popularizou e ganhou caráter comercial.