Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro realizaram neste domingo (1/3) uma ato público em Bauru denominado "Manifestação Patriótica". O ocorreu na avenida Getúlio Vargas, em frente à Copaíba, e reuniu participantes vestidos de verde e amarelo. Entre as principais pautas destacadas durante o ato estavam a liberdade de Jair Bolsonaro, a soltura de pessoas classificadas como “presos políticos” e o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
A manifestação em Bauru faz parte de um movimento nacional e atos estão programados para este domingo em diversas cidades brasileiras, como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Belém. Na capital paulista, o protesto está previsto para o período da tarde.
O vereador Eduardo Borgo (Novo), um dos organizadores do protesto, falou ao JCNET, na Getúlio: “A pauta das outras manifestações trabalhamos em cima da anistia, da pautas como Deus, Pátria, Família e Liberdade. A pauta hoje no Brasil é um pouco mais específica, tá? É a liberdade do presidente Bolsonaro, a liberdade de todos os reféns políticos. Nós consideramos como presos políticos um processo que é nulo processo que é uma farsa e cada vez fica mais claro, inclusive a grande imprensa agora noticiando as falhas, as ilegalidades desse inquérito e e o impeachment de ministro do Supremo. O ministro Dias Toffoli, por exemplo, não tem condições nenhuma de continuar como ministro do Supremo. O ministro Alexandre de Moraes também tem indícios seríssimos de envolvimento através da esposa dele com Daniel Vorcaro, do Banco Master”.
Borgo complementa: “E agora essa semana o Gilmar Mendes, né?! Pegando um processo, ressuscitando um processo que estava arquivado há três anos para blindar o o Toffoli no Supremo. Então, vários ministros ali precisam ser ‘empichados’ (impeachment). Agora, é muito importante a conscientização e aí entra na importância dessas manifestações, porque o brasileiro precisa lutar pelos seus direitos. O impeachment de ministro do STF, por exemplo, se não tiver pressão em cima do Senado, dificilmente vai sair, porque fica na mão do presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, e se não tiver uma pressão por popular, isso aí sequer será pautado”.