Com Lula completando 12 anos no poder, somados aos seis anos de sua sucessora Dilma Rousseff e aos quatro anos de Jair Bolsonaro, o Brasil, acumulou 22 anos desperdiçados, sob a condução de líderes que, na prática, frustraram as expectativas de desenvolvimento econômico e social do País.
Nesse contexto, é difícil imaginar que o Brasil pudesse ter dado certo. Como retrata o editorial do Estadão (16/02), intitulado “Terreno fértil para os aventureiros”. Como discordar? Sem zelo pelos recursos dos contribuintes e movidos pelo imediatismo, Lula, Dilma e Bolsonaro deixaram de priorizar o equilíbrio fiscal. Faltou planejamento consistente de governo. Como lembra o jornal, prevaleceram privilégios, escândalos de corrupção e um pífio nível de investimentos em infraestrutura — fatores que enterraram, pouco a pouco, a esperança dos brasileiros. Agora, segundo pesquisas de opinião sobre o pleito de outubro próximo, o senador Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro — atualmente preso na Papuda — aparece como possível nome competitivo em um eventual segundo turno contra Lula. Pode? É um escárnio. Caso eleito, seu principal objetivo seria conceder anistia ao pai e a outros cúmplices envolvidos na tentativa de golpe de Estado. E se Lula vencer novamente? Deus nos livre. Teríamos o que se poderia chamar de “tempestade perfeita”. Como destaca o jornal no editorial, em evento no Rio, “Lula reedita slogan de 2022”, e afirma que “a verdade vai destruir a mentira”. Mas quais mentiras? Que não houve o maior nível de corrupção da nossa história em seus governos, marcado por escândalos como o mensalão, o petrolão e a Lava Jato? Ou o recente esquema no INSS, que desviou R$ 6,3 bilhões de milhões de aposentados?
E as contas públicas, hoje fragilizadas, não são consequência direta de sua condução econômica? Acorda, Brasil! Temos alternativas viáveis e bem avaliadas em seus estados, como os governadores Ronaldo Caiado (GO), Eduardo Leite (RS) e Ratinho Jr. (PR). Confirmadas suas candidaturas, qualquer um deles poderia representar um salto de eficiência administrativa, além de resgatar o respeito institucional e ético que há mais de duas décadas não se vê no comando do Planalto.
Chega de velhacos no poder.