04 de fevereiro de 2026
SEIS PRESOS EM JAÚ

'Caneta Fantasma' mira venda irregular de remédios para emagrecer

Por Lilian Grasiela | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Polícia Civil/Divulgação
Durante as diligências, os policiais apreenderam medicamentos de uso controlado, entre eles substâncias utilizadas para fins estéticos e de emagrecimento

Jaú - Seis pessoas foram presas em flagrante e diversos medicamentos irregulares foram apreendidos, nesta segunda-feira (2), em Jaú (47 quilômetros de Bauru), durante a chamada "Operação Caneta Fantasma", que foi deflagrada pela Polícia Civil com o objetivo de combater a comercialização irregular de remédios para emagrecimento no município.

As diligências foram realizadas pela manhã e reuniram equipes da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise), com o apoio de policiais civis do Setor de Investigações Gerais (SIG), Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) e outras unidades da Central de Polícia Judiciária (CPJ) da cidade.

"A ação teve como objetivo o cumprimento de mandados de busca e apreensão expedidos pela Vara de Garantias da Comarca de Bauru, após investigação que apontou indícios de armazenamento e comércio de medicamentos sem registro ou autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)", explica a Polícia Civil, através de nota.

"Durante as diligências, realizadas em endereços no município de Jaú, os policiais localizaram e apreenderam medicamentos de uso controlado, entre eles substâncias comumente utilizadas para fins estéticos e de emagrecimento, os quais, conforme auto de constatação, não possuem registro junto à agência reguladora", completa.

No total, seis pessoas foram presas em flagrante pelo crime previsto no artigo 273 do Código Penal (falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais) e seguem à disposição da Justiça, aguardando audiência de custódia. Já os medicamentos foram apreendidos e encaminhados para perícia.

A Polícia Civil ressalta que as investigações prosseguem com o objetivo de apurar a extensão dos fatos, identificar possíveis outros envolvidos e coibir a comercialização de produtos que possam representar risco à saúde pública.