O horário de visitas da UTI da Unidade Pediátrica Mário Gattinho será alterado a partir da próxima segunda-feira, 2 de fevereiro. A visitação passará a ocorrer das 17h às 18h, todos os dias da semana, inclusive aos finais de semana. A medida substitui o horário anterior, que era das 11h às 11h30.
A visita continua restrita a uma pessoa por paciente, sem revezamento, seguindo os protocolos de segurança da unidade. O boletim médico presencial será repassado diariamente às 17h, no início do período de visita.
De acordo com Lucimeire Martini, coordenadora do setor de Humanização da Rede Mário Gatti, a mudança busca melhorar a organização interna da assistência e também ampliar o acesso de familiares que trabalham durante o dia. Segundo ela, o novo horário facilita a presença de pais e responsáveis sem comprometer os fluxos de atendimento da UTI.
Para garantir que todos sejam informados, a unidade iniciou a distribuição de cartazes nos setores pediátricos e está orientando diretamente os familiares das crianças internadas.
Os outros horários de visita no hospital não foram modificados. Na pediatria lactente e na enfermaria, a visitação segue autorizada das 14h às 15h, também para uma pessoa por paciente, sem revezamento.
Nessas unidades, o boletim médico presencial é repassado durante a visita médica da manhã, sendo informado ao acompanhante presente no período.
Todas as crianças e adolescentes de 0 a 15 anos atendidos no Hospital Mário Gattinho têm direito a acompanhante permanente, 24 horas por dia.
A troca de acompanhantes pode ser feita diariamente em dois horários:
Essa regra também vale para o Pronto Socorro Pediátrico, onde não há horário fixo de visitas, mas o acompanhamento familiar é permitido com revezamento nos mesmos períodos.
A restrição de visitas na UTI e no Pronto Socorro segue protocolos adotados por serviços de saúde em todo o país. O objetivo é reduzir riscos de infecção, manter a segurança do paciente e garantir a organização do ambiente assistencial, especialmente em áreas de cuidados intensivos.
Embora a presença da família seja importante, a política busca equilibrar o apoio emocional com as exigências técnicas do atendimento hospitalar.