Identificar precocemente sinais de agravamento do estado de saúde da criança para agir de forma rápida e eficaz. Esse é o objetivo do programa EsapMax, desenvolvido pela Aliança Amarte, iniciativa do hospital americano St. Jude Children's Research. Nesse mês, representantes do projeto vieram até Jaú (47 quilômetros de Bauru) para marcar o ingresso do Hospital Amaral Carvalho (HAC) nessa nova jornada.
O projeto usa a Escala de Sinais de Alerta Precoce (ESAP) para pacientes pediátricos internados. "O objetivo é detectar qualquer sinal de gravidade para ser avaliado pela equipe médica e, se necessário, encaminhar a criança para a UTI. A principal finalidade é reduzir a mortalidade de causas consideradas evitáveis", diz a oncopediatra responsável pela Pediatria do HAC, Larissa Bueno Polis Moreira.
Na prática, a equipe verifica sinais vitais dos pacientes e pontua na escala de 0 a 11. Essa classificação de risco será analisada, assim como a possibilidade de que o estado de saúde se agrave.