Devido ao risco de explosão, o gás liquefeito de petróleo (GLP) transportado pelo caminhão-tanque que caiu em uma ribanceira de aproximadamente 50 metros de altura na madrugada da última sexta-feira (28), em Gália (70 quilômetros de Bauru), será queimado. A decisão foi tomada pela empresa especializada em gestão ambiental acionada para atender a emergência. A expectativa é de que o procedimento demore de três a quatro dias para ser concluído. Conforme o JCNET noticiou, o condutor do veículo morreu após a queda, registrada às margens do quilômetro 394 da rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), a Bauru-Marília. Houve uma pequena explosão e, quando o Corpo de Bombeiros chegou ao local, constatou o vazamento de gás.
Ainda na sexta-feira, a empresa ambiental conseguiu conter o vazamento e, neste sábado, tentaria fazer o transbordo do GLP para, posteriormente, remover a carreta. Porém, ainda no período da manhã, constatou que a válvula para retirada do produto estava inacessível, embaixo do caminhão, havendo necessidade de içar o veículo, o que foi considerada uma manobra arriscada, devido à possibilidade de explosão.
Por volta de 15h30, após nova análise, a equipe, com autorização do Corpo de Bombeiros, que também estava no local, optou por realizar a queima controlada do combustível. Para o procedimento, a empresa limpou o entorno da área onde o veículo ficou imobilizado e montaria uma torre de queima de cerca de três metros de altura. A previsão era iniciar o processo de consumo do gás ainda neste domingo, com previsão de término dentro de três a quatro dias, até o esgotamento do tanque.