08 de julho de 2026
OPINIÃO

Falso moralismo! Será?

Por Roberto “general” Macedo |
| Tempo de leitura: 2 min

Antes que alguém venha criticar e me rotular de homofóbico, racista ou qualquer coisa que possa modificar minha forma de pensar, reservo usar meu direito do "livre pensamento" e expor minhas opiniões, sejam elas favoráveis ou contrárias às demais pessoas.

A mídia hoje permite que as notícias, boas ou ruins, nos cheguem quase que "in real time", é nosso direito, dever e obrigação recebermos, entendermos e opinarmos sobre tudo que nos chega. Leio que no Centro de São Paulo um Bar Gay criou um espaço dedicado à prática pública de sexo oral, "carinhosamente" chamado de "mamódromo".

Até aí tudo bem, posso não concordar com essa "propaganda" gratuita, mas isso fica entre paredes e vai quem quer, só critico a divulgação farta da imprensa. Outra notícia "interessante" foi que Andressa Urach tem como diretor e operador de Câmera seu próprio filho nas gravações de lives e filmes pornôs "estrelados" pela "atriz".

Aí você vai assistir a uma novela na emissora líder nesse segmento nos horários nobres e a atração principal gira em torno de beijos e relacionamentos gays, até mesmo incesto já insinuaram nas gravações.

Programas humorísticos, para "delírio" dos telespectadores, se "especializaram" em mostrar nádegas, rebolados e palavrões, disvirtuando o foco principal que é fazer humor e provocar risadas. Notícias envolvendo drogas e sexo livre em festas promovidas pelos chamados "influencers" e artistas viraram "carne de vaca" nos noticiários, tudo é válido e normal para esses jornalistas de fofocas.

Acusações de abuso sexual são constantes na mídia envolvendo artistas e atletas de renome que se acham o "supra sumo" ou a "última bolacha do pacote" e podem fazer o que quiserem sem punição, a maioria divulga o fato mas não "cobra" punições.

Tudo isso para nos fazerem acreditar "ser normal" esse tipo de comportamento.

Nos tempos antigos, pessoas famosas serviam de exemplo positivo para os jovens, hoje levam jovens e crianças a seguirem exemplos que considero, repito, considero ruins, em alguns casos comprovados podem até levar jovens ao suicídio (vide a mídia recentemente).

Longe de mim querer "implantar" a censura nesse tipo de coisa que vira notícia "normal", mas já que "ministros" da corte mais alta alardeiam querer censurar nas mídias sociais quem falar "mal" de políticos, um tremendo pleonasmo, poderiam também voltar seus olhos e ouvidos a esses absurdos publicados, um "sensacionalismo" barato querendo nos impor o "tudo é legal e aceitável".

Desculpem a franqueza, não é homofobia, "certidão amarelada" ou outro tipo de crítica, mas justificar esses absurdos com a ideia de que "são tempos modernos" e "vivemos outra época" não entra na minha cabeça. Ainda acredito em uma geração voltada aos bons ensinamentos familiares, didáticos e religiosos que "não acham" normal esse tipo de comportamento, aceito os fatos, mas não preciso concordar.

"O anormal parece ser o normal para o homem e, em alguns casos, a normalidade nem se faz sentir."