08 de julho de 2026
OPINIÃO

Indelével na memória

Por Prof. Gilberto Sidney Vieira |
| Tempo de leitura: 1 min

Em 8/2/1982. Voo A-169 da VASP (Boeing 727). Trajeto de Fortaleza a SP, com escala no RJ. Às 1h50, o avião sobrevoava Teresina (PI). Piloto: Maciel de Britto. Copiloto: Carlos Alberto Góes. Engenheiro de voo: Fran- cisco Cesarino. Surgiu à esquerda um ufo. Que se emparelhou com o Boeing 727 e o seguiu a 900 km/h. Pelo alto-falante o piloto alertou os passageiros.

Acima de Belo Horizonte (MG) também viram o ufo colado ao Boeing os pilotos: 1) do voo AA-169 das Aerolineas Argentinas ; 2) do voo TRB-177 da Transbrasil. No RJ o ufo sumiu em ultrassônica velocidade.

O Boeing pousou no Galeão.

O piloto fez relatório à FAB.

Testemunharam "ad libitum" os passageiros do voo A-169: 1) Bento Lacerda César, coronel do exército, aposentado; 2) Silésia Paes Del Rosso; 3) Lígia Auxiliadora Rodrigues; 4) Sílvia Marrocos; 5) Sandra Helena Vieira; 6) Terezinha Macedo; 7) Walter Macedo; 8) Elaine Belache; 9) Rômulo Andrade Lima ; 10) A. L. Ximenes.

Investigou o caso o ufólogo bauruense Adair Dutra Bugine, um membro da Adesg (Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra). Ele teve acesso aos depoimentos.

Concluiu que o fato ficou gravado indelével na memória das dez testemunhas.