Os catadores de recicláveis, estão passando por uma fase difícil... O artigo papelão despencou de preço e não compensa mais juntar papelão para ganhar uns trocados, que são trocados, realmente.
Hoje o negócio da ocasião são as latinhas de alumínio e as garrafas pets que estão em alta... Daí deixa o papelão para quem quer se aventurar a pegar...
O problema é que as calçadas estão virando "depósitos de papelão" de todos os tipos, tamanhos e descaso com a limpeza pública, que deixa a desejar há muito tempo...
Com uma área de 377.975 km² e mais de 126,3 milhões de pessoas, o que falta no Japão é espaço. Por isso a forma como eles lidam com lixo urbano é um exemplo a ser seguido.
Entre os vários processos para redução e reciclagem de lixo está a queima (e seu aproveitamento energético) e a separação minuciosa dos resíduos feita por todos.
A cultura por lá é baseada nos famosos 3Rs (Reduzir, Reciclar e Reutilizar), que precisam ser divulgados e praticados por todos nós.
A seriedade com que a questão do lixo é tratada no arquipélago é algo a ser imitada por nós, brasileiros...
Mas, com a educação, que hoje está em falta, difícil se torna para nós, mortais brasileiros, atingirmos o nível dos japoneses.
Quem sabe com políticas públicas certas tivéssemos a formação de "cooperativas de reciclagem" e a reutilização do material que fosse aproveitável.
Cabe à Prefeitura Municipal de Bauru, através da coleta dos recicláveis, retirar da calçadas o que hoje não tem sido do interesse dos coletores individuais, pela baixa valorização desses produtos, dando a eles a destinação correta.
Os munícipes poderiam ter a cultura da utilização dos Ecopontos para o descarte correto do lixo reciclável.
Tudo que fizermos hoje em prol da preservação do nosso planeta teremos, com certeza, melhores condições de vida no futuro.
Conforme diz o jornalista da 94 FM Luis Roberto Tizoco: - "Rezemos".