Na última aula do curso bilíngue da pós, o mestrando ia dizendo que "o pai do positivismo se chama Augusto Comte" quando foi interrompido por um visitante intercambista: "Augusto, não; Auguste".
O mestrando fez um silêncio crítico, mas emendou com humor: "Ah, todos ou todes é questão de opiniães".
Todos os presentes riram - menos o intercambista que, sabendo muito da gramaticosa Filosofia francesa, ainda não entendia bem do samba da literatura brasileira.