No ano de 2016 houve quem tenha considerado a possibilidade de Vladimir Putin ter interferido nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, em favor de Donald Trump.
Anos mais tarde, durante a crise na Ucrânia, o apoio militar de Putin aos separatistas de Donbas foi notório, impedindo o governo de Kiev de reintegrar a região leste do país e pôr fim ao conflito.
No momento presente, faz sentido supor que o líder russo tenha fornecido algum apoio intencional aos radicais do Hamas. (Mísseis de fabricação norte-coreana, adquiridos recentemente pela Rússia, foram encontrados com os terroristas).
Os ataques a Israel desviaram a atenção internacional que antes recaía sobre o conflito na Ucrânia.
A grande imprensa, os intelectuais e as lideranças políticas de todo o mundo estão agora debruçadas sobre a crise no Oriente Médio.
A pressão internacional já não recai sobre Vladimir Putin, um estrategista sagaz.