Confirmando a expectativa dos especialistas que a nossa atividade econômica no segundo semestre teria fraco desempenho, o IBGE, na última terça-feira, 5, divulga o PIB do 3º trimestre com pífio crescimento 0,1%, ou quase estagnada.
Assim como se mantém ruim a taxa de investimentos em medíocres 16,6%, muito longe do ideal de 25%. Idem a taxa de poupança que também caiu de 16,9% para 15,7%.
Bom resultado teve o consumo das famílias, com crescimento de 1,1%.
Porém, foi fraco o resultado da indústria e serviços com alta de apenas 0,6%. Pior ainda o agronegócio, que de julho a setembro caiu 3,3% com relação ao segundo trimestre.
Com todo esse quadro citado acima, o PIB deste ano dificilmente vai superar os 3%, e pode ficar por volta de 2,8%, conforme indica a pesquisa do último Copom, do BC.
Ou seja, urge o governo sinalizar melhor para o mercado que será cúmplice do equilíbrio fiscal.
Caso contrário a economia vai continuar patinando...