09 de julho de 2026
OPINIÃO

As memórias de Ana


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Ana Luiza Egydio Laiter - estudante

Na quietude de uma noite estrelada, Ana encontrava-se sozinha em seu quarto. O silêncio era interrompido apenas pelo suave farfalhar das árvores lá fora.

Ela estava cercada por memórias, pequenos fragmentos do passado que pareciam ganhar vida no aconchego da sua mente. Eram risos compartilhados, abraços apertados e olhares cheios de significado. As lembranças se desdobravam diante dela, como cenas de um filme em câmera lenta. Cada detalhe, cada palavra, ecoava em sua mente, como se o tempo tivesse parado naqueles momentos. A saudade estava ali, como uma presença palpável, envolvendo-a em uma teia de emoções.

O cheiro da comida da avó, o som das ondas naquela viagem inesquecível, o calor do abraço do melhor amigo. A saudade tinha o poder de trazer à tona essas experiências sensoriais, quase como se pudesse tocá-las novamente. No entanto, Ana sabia que a saudade também era um lembrete precioso daquilo que realmente importava na vida. O amor!