O Lixo Rico, projeto social e ambiental de Macatuba (46 quilômetros de Bauru) que tem o objetivo de incentivar e apoiar o trabalho colaborativo de catadores de materiais recicláveis, passou por mudanças nos últimos meses. A Prefeitura firmou parceria com a Acar (Associação dos Catadores de Recicláveis), da região de Jaú, para profissionalizar o trabalho realizado.
A principal mudança é a periodicidade da coleta, que passou a ser realizada semanalmente. Equipes do Lixo Rico já entregaram os chamados "saquinhos verdes", os quais devem ser utilizados pelos moradores para acondicionar todo material reciclável. No dia da coleta no bairro, o morador deve colocar o saquinho fora de casa, de preferência entre as 6h e 7h.
"A cidade foi dividida em quatro regiões, de acordo com a logística da coleta", explica Marilda Ferreira, secretária de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Sustentabilidade.
Outra mudança é com relação aos ganhos dos 15 catadores que dependem do Lixo Rico para sobreviver. "Toda a renda vem do rateio do que é coletado. Ou seja, quanto maior a coleta de recicláveis, melhor a renda de cada um", diz Alexandro Oliveira, administrador da Acar.