Bauru teve período romântico nas décadas de 60, 70 e parte da de 80 com a realização de bailes no Bauru Tênis Clube, Luso Brasileira, Sociedade Hípica, Automóvel Clube e Country Clube. De acordo com os saudosistas Mauro de Campos Filho, Faukecefres Savi, Zarcillo Barbosa e esse relator, tocaram em Bauru: Mauro de Campos e Orquestra, Continental de Jaú, Nelson de Tupã, Pedrinho de Guararapes, Laércio de Franca, Renato Tâmbara e sua Orquestra, Orquestra Sílvio Mazzuca, Orquestra Marajoara, Orquestra Anos Dourados, Cassino de Sevilha, que vinha acompanhada de Gregório Barrios, Orquestra de Osmar Milani, Francisco Canaro, Jacson e Orquestra.
Faço destaque especial para Severino Araújo e Orquestra Tabajara que sobreviveu durante 70 anos. Um livro registra sua história. A primeira vez que esteve em Bauru, tocou no baile de formatura de uma turma da Faculdade de Direito da ITE.
Depois, voltaram a nossa cidade várias vezes. Nesse destaque acrescento a Orquestra Veritas, mantida na época pela então Universidade do Sagrado Coração - USC. Ela se apresentava em eventos especiais e foi a única a gravar três inesquecíveis CDs. Uma de caráter mundial foi a de Ray Conniff, tocando na Panela de Pressão para mais de 2 mil pessoas.
Nesses bailes foram iniciados namoros que viraram noivados, casamentos e foram felizes para sempre.