Está mais do que comprovado que, para funcionar redondinho, é preciso ter uma a máquina pública leve e eficiente, quase sem beliscar a receita financeira. Está mais do que comprovado que a ineficiência governamental na área pública e empresarial é sempre cabide de emprego e onerosa. No Brasil, é negativa a administração pública.
Daí os governos (federal, estadual e municipal) funcionariam bem se com reduzidos e eficientes funcionários, com principal objetivo de simplificar e amenizar a carga tributária.
O Brasil é um péssimo exemplo: sem sobriedade financeira, pesado (quase três dúzias de partidos político, mais de três dúzias de ministérios, profusão de penduricalhos nos Três Poderes) e sem digna contrapartida aos contribuintes.