A Reforma Tributária, sob a nova modalidade do Mensalão, aprovada a toque de caixa e concentrando ainda mais a arrecadação do Governo Federal, é forma de elevar a carga tributária e reduzir as receitas dos estados e municípios.
Outro detalhe negativo é a criação do Conselho Administrativo para distribuir as receitas, com 27 representas do governo federal e 27 dos estados e, em caso de empate, prevalece o voto federal (desconsiderando o "in dubio pro reo").
É um descaso à vontade do povo, que elegeu deputados e senadores para colocar estranhos ao processo eleitoral no Conselho, além do pior, que é elevar despesas com o séquito de servidores bem remunerados nos gabinetes dos conselheiros.
No frigir dos ovos, o objetivo é a estratégia escusa da desenfreada gastança comprometedora da economia, é acelerar a transição da frágil democracia brasileira para a democracia relativa venezuelana (que inviabiliza todo concorrente de Nicolás Maduro e com a desamparada população refugiar no Brasil e na Colômbia).
O que está ruim vai piorar.