Bauru sempre teve lá das suas, aliás, as piadas, os fatos irônicos que têm acontecido tanto por aqui quanto por ali, acabariam, por serem fatos comuns. Não fossem as lentes alimentadas e aumentadas dos novas mídias sociais.
E pelos fenômenos políticos e sociais que estamos acabando de atravessar no Brasil. E seria bem por esse motivo que hoje, mais ainda, estamos indo para cima (com razão) dos direitos das pessoas que sofrem danos físicos e/ou morais.
Pois tivemos um período a pouco no governo passado de se pensar, e de se dizer, "isso não passa de frescura, o famoso mimimi". Pois a pimenta que queimava nas entranhas dos outros era considerada um refresco apenas.
Mas aliviando um pouco a pressão e em especial nos últimos dias, não sabemos se rimos ou se choramos. Isso com os últimos "pratos", os quais nós, bauruenses, temos comido e oferecido ao resto do país.
Ainda sobre o caso que viralizou nas redes sociais, depois tomou proporções maiores, virando uma piada de mal gosto. Com bullyng e etarismo em uma universidade daqui. Confessando eu, em particular, que não sei se por conhecer um dos familiares de uma das "meninas brincalhonas" fiquei preocupado até com um linchamento moral delas.
Ou algo que pudesse fazer com que essas "meninas" acabem por pagar mais do que deveriam por uma "brincadeira inconsequente". E que acabaram, por fim, sim, indo longe demais.
Agora, piada mesmo e nem sei se foi do bom ou do mal gosto, foi o "Jogo errado do Noroeste". Assistido em alguns bares de um "point" bauruense na Getúlio Vargas.
Onde por descuido de uns ou de todos, assistiram a um jogo do Noroeste "passado", não o atual. Onde o Norusca perdeu para o Velo Clube de virada. Sendo que no "jogo certo" e atual a "Maquinha Vermelha" ganhou com um golaço de veleio do centroavante alvirrubro, de uma zero, e bem ganho.
De qualquer forma, no fim, quem assistiu errado ou que assistiu ao jogo certo, deram boas gargalhas, depois das trapalhadas.
A verdade, quando a piada é com os outros, e não conosco, rimos todos bem à vontade, e escrachados.
Quando não, eita pimentinha marvada, sôh!