Se em 2021, tivemos um saldo positivo de 2,77 milhões de empregos com carteira assinada, conforme divulga o Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (Caged). Infelizmente, o ano de 2022 fecha com apenas 2,03 milhões de vagas formais.
Queda de 26%! Já que, no último mês de dezembro, a decepção veio com a perda de 431 mil empregos com carteira assinada.
Sinal claro e preocupante, como indicam os analistas de que, em 2023, a atividade produtiva será baixa, com possível recessão até mundial. Ou seja, de um PIB positivo de 2022, no País, a ser anunciado em torno de 3%, neste ano a projeção é que não ultrapasse 1%.
Neste sentido, urge que o presidente Lula abandone suas críticas infundadas ao mercado, seja parceiro do controle de gastos, do equilíbrio fiscal e apresente uma nova e factível âncora fiscal.
Caso contrário, a criação de empregos será pífia, assim, também faltarão verbas para investimentos e possível erradicação da pobreza...