09 de julho de 2026

Algumas poucas e breves considerações sobre o ano que já terminou

Por Ricardo Caversan |
| Tempo de leitura: 2 min

Estamos na primeira semana do ano de 2023, e desta vez a passagem é num final de semana, para janeiro começar com a corda toda, na segunda-feira, 02.01. Um ano difícil, atípico, com Copa do Mundo no final do ano, eleições nebulosas, um ano onde reinou o ódio, a indiferença, a brutalidade, a ignorância, a intolerância, e todas as "âncias", possíveis e imagináveis; e o pior de tudo, entre membros da mesma família, amigos de longa data, companheiros de trabalho, de Igreja, etc... Lamentável.

Espero de coração que, pela misericórdia infinita de Deus, e não por nossos merecimentos, a Sua Paz recaia sobre a humanidade nesse novo ano, que os corações se amoleçam, que vença o amor, a solidariedade, a compreensão, a sabedoria e tudo de bom e melhor que o ser humano ainda possa oferecer.

Sobre o ano que se findou, somente duas considerações: sobre a Copa do Mundo, que acaba sempre criando expectativas, festa, desejo de poder comemorar mais uma conquista, a sexta estrela tão desejada, que ainda nos coloca no topo, mesmo 20 anos após a última conquista. Mas as demais seleções vão chegando, devagar e sempre, e, se não abrirmos o olho, vão empatar, e quiçá, ultrapassar. Lamento pelas novas gerações, meus filhos, sobrinhos, que ainda não puderam comemorar e apreciar o feito de uma conquista dessas; na última, ou nem tinham nascido ou eram muito crianças, difícil para essa geração, que houve falar em País do Futebol, em melhor seleção do mundo, a maior campeã, a única que participou de todas as copas do mundo, mas na hora do vamos ver, nada. E, pior, nem chega a uma semi, ou a uma final, caiu de novo, nas quartas, será que ficamos com trauma de quartas de final? Quem saberá. Quem poderá nos defender?

Sobre as eleições, qualquer cidadão coerente sabe que algo muito estranho aconteceu, mas nem vou me pegar nessa linha, porque cansa. A verdade real é que não, o Bolsonaro não perdeu a eleição e, não, o Lula não "ganhou" a eleição. Como é muito bem narrado ao final do filme Tropa de Elite 2, quem "ganhou" a eleição foi o sistema, aquele mesmo, que corta a mão, para não perder o braço, esse "ganhou", e colocou lá o molusco de 9 dedos, só como fantoche, um bonecão de Olinda, que já já sai fora de cena, o que vale é o sistema voltando ao poder, guiado pelo Imperador Monarca Rei Soberano Faraó Careca de Morais, o "cabeça de ovo".

O sistema vai destruir o País, e os sintomas dessa destruição serão sentidos pelos próximos 20 anos, e aí, todos os jovens de hoje, doutrinados ainda pela educação socialista marxista comunista lixista, poderão chorar e lamentar. Quanto a mim, bom, se tiver sorte já terei voltado ao pó.

E que Deus Pai Todo Poderoso e Misericordioso, que é o Próprio Amor e o Próprio Perdão, nos guie, ilumine, guarde e abençoe a todos. Amém.