08 de julho de 2026

Falta de água

Por Roberto Brandão Garcia |
| Tempo de leitura: 1 min

Estamos vivenciando, novamente, a falta de abastecimento de água, que começou no dia 9 do mês em curso, em decorrência da queima da bomba submersa do poço Infante Dom Henrique, o qual foi perfurado para funcionar como reforço para o suprimento de água, bem como o poço da Praça Portugal, para 22% da população que dependem do sistema Batalha/ETA. No dia 18 deste mês, foi anunciado, pela imprensa, que a nova bomba submersa já estava instalada e funcionando.

Todavia, verifico que o reabastecimento ocorre, na maioria das vezes de madrugada, com fluxo e pressão abaixo do ideal, que cessa no decorrer do período da manhã, dificultando o preenchimento total das caixas de reserva mais elevadas. Minha moradia é nas proximidades do Aeroclube e estamos com as caixas d´águas vazias, e a justificativa que ouço: sua residência fica nos altos da cidade, demora um pouco mais para a água chegar.

Quando dependíamos exclusivamente do Rio Batalha recebíamos água com fluxo e pressão adequados, mesmo nos períodos dos necessários rodízios durante as estiagens. A imprensa noticiou hoje (22/11) que a lagoa de captação do sistema Batalha/ETA está com o seu nível abaixo do ideal em decorrência da falta de chuva.

Desse modo, que se estabeleça, então, um sistema de rodízio para distribuição de água, em conjunto com os poços de reforço Infante D. Henrique e Praça Portugal, mas com fluxo e pressão adequados. Reitero que essa dificuldade de abastecimento de água, que começou no dia 9 deste mês e se arrasta até hoje, está superando as fases mais difíceis das estiagens do passado, quando dependíamos, exclusivamente, do sofrido Rio Batalha e não havia, ainda, os poços de reforço.

O que nos resta? Aguardar a providências e a boa vontade das autoridades competentes. Grato.