09 de julho de 2026

Manifestação popular

Por Shigueko Sakai |
| Tempo de leitura: 1 min

O Brasil enfrenta, desde a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva para Presidente da República, uma manifestação popular que pede adesão das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) sem se amparar no Ministério da Defesa frente ao silêncio da Casa do Povo (Congresso Nacional) e do Estado (Senado).

A revolta popular se direciona aos atos inaceitáveis praticados pelo ministro Alexandre de Moraes, que assumiu o cargo máximo do Tribunal Superior Eleitoral na eleição de 2022.

Atitude das mais aberrantes sem o devido processo legal é a imposição de multa de cem mil reais por hora, bloqueio de contas bancárias e outros tantos dos caminhoneiros que se manifestaram contrárias à vitória do Lula à Presidência da República do Brasil.

A manifestação popular com adesão das Forças Armadas faz lembrar a Revolução Francesa de 1789. Liberdade Fraternidade e Igualdade conquistadas pelo povo francês é o slogan que prevalece na memória secular do povo.

O povo do Brasil não quer apenas um salário mínimo mensal para assegurar a fome, mas sim valorização humana. Enriquecer a nação com a força do trabalho sem se amparar ao Estado com a distribuição dos tributos arrecadados para a melhoria da nação, em especial na construção e manutenção de rodovias, ferrovias, escolas, hospitais e muitas outras.

Sem corrupção, a nação tem o suficiente para amparar os necessitados. Assim fez o presidente Jair Messias Bolsonaro nessa gestão presidencial.

A manifestação popular e o silêncio da Casa do Povo e do Estado com adesão afirmativa das Forças Armadas levam à nação o não ao "Golpe", mas à dissolução normal dessas Casas e reforma urgente no Supremo Tribunal Federal (STF).

É sequência lógica, onde deve prevalecer a voz do povo.