07 de julho de 2026
ENTRELINHAS

Entrelinhas

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Café com sucessão 1

O programa Café com Política de ontem (JC/JCNET e 96FM) teve as presenças dos vereadores José Roberto Segalla (União) e Junior Rodrigues (PSD). A sucessão do comando da Câmara, no dia 15/12, e a sucessão municipal, em 2024, estiveram na mesa de debates.

Café com sucessão 2

Alguns potenciais candidatos a presidente do Legislativo surgiram no diálogo entre os dois parlamentares e os jornalistas do programa: Guilherme Berriel ou Mané Losila (ambos do MDB), Pastor Bira (Podemos), Pastor Edson Miguel (Republicanos), Markinho Souza (PSDB)... Leia na pág. 3 e/ou assista no JCNET.

Conselho aceito

Surtiu efeito o conselho de Pedro Tobias a Geraldo Alckmin, revelado pelo próprio ex-deputado em entrevista ao JC no último domingo (6). Tobias disse ao colega que era contra a hipótese de o vice eleito ocupar um ministério. Dito e feito: ontem, o ex-governador de São Paulo confirmou que, por decisão dele próprio, não será titular de pasta alguma.

Alerta do TCE

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) de São Paulo vai oficiar nos próximos dias a Prefeitura de Bauru sobre impropriedades encontradas na condução do orçamento de 2022. Segundo o órgão, a administração elevou as despesas, corre o risco de comprometer resultados de programas vigentes e, consequentemente, o balanço financeiro final.

Orientação

O Sindicato dos Servidores Públicos de Bauru (Sinserm) emitiu nota criticando a falta de segurança a que funcionários da Secretaria de Obras de Bauru foram expostos num trabalho realizado no bairro Chácaras Cornélia. Segundo o Sinserm, os servidores estavam sem equipamento de escoramento, o que é exigido por lei. O caso, segundo o sindicato, será investigado.

Vai encarar?

A Prefeitura de Bauru tem evitado o assunto, mas as dívidas da Cohab são assunto recorrente nos corredores do Palácio das Cerejeiras. São vistas com preocupação, é claro: a administração, afinal, é a principal acionista da companhia. Caso a Cohab feche definitivamente, o governo receberá, mesmo que a contragosto, um débito de R$ 1 bilhão para pagar.

Impasse

Ainda que as dívidas sejam negociáveis, uma bomba como essa no colo da prefeitura causaria problemas em série. O município, por exemplo, extrapolaria os limites de endividamento previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal. E o governante da vez poderia ser acionado judicialmente por isso. Aguardemos os próximos capítulos.