08 de julho de 2026

Finitude da vida

Por Hilário Nunes da Silva |
| Tempo de leitura: 1 min

Recentemente a mãe de um grande amigo, a dona Shirley, faleceu. Fui no velório e lá, vendo-a a uma certa distância do esquife, pensei do quanto a vida passa célere, quanto a desperdiçamos com coisas, valores inúteis. Há pouco era jovem e hoje já bordejo a maturidade. Onde eu estava, que o tempo passou tão depressa?

Abrace mais, perdoe sempre, vá na casa de parentes, auxilie o próximo, sinta o ocaso no seu rosto, abrace quem tem esse privilégio, seus pais.

Não se arrependa das coisas que poderia ter feito, já será tarde. A morte não manda recados, e quando ela vêm nunca estamos preparados.