11 de julho de 2026
VÔLEI

Sesi Bauru tenta reabilitação na Superliga contra Osasco

Por | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Marcelo Ferrazoli/Sesi-SP
Após perder na estreia, em casa, para Maringá, Sesi Bauru busca primeira vitória na Superliga 2022/23

O Sesi Vôlei Bauru volta à quadra pela Superliga feminina, nesta sexta-feira (4), às 19h, no ginásio José Liberatti, em Osasco, em clássico diante do Osasco pela segunda rodada da competição. Será a primeira partida fora de casa das bauruenses e o segundo encontro entre as equipes na temporada, que já se enfrentaram no Campeonato Paulista, com vantagem para o Sesi, que venceu por 3 a 0.

Agora o Bauru terá a dura missão de buscar a reabilitação no clássico paulista contra o tradicional time osasquense. Vindo de derrota no tie-break, no Ginásio Paulo Skaf, contra o Maringá na estreia, na última terça-feira (1), o Bauru sabe que o desafio será enorme.

"Claro que não gostaríamos de ter iniciado a Superliga da maneira como estreamos, mas derrotas fazem parte do esporte e sempre servem de aprendizado para os próximos desafios, como o que teremos agora diante de um rival tão forte como Osasco. Precisaremos ser mais efetivos em determinados pontos que não fomos bem contra Maringá, como os contra-ataques e nossa transição, para lutarmos pela vitória", destaca o técnico do Sesi Vôlei Bauru, Marcos Kwiek.

A líbero Leia corrobora as palavras do treinador. "Superliga não tem jogo fácil e vem todo mundo para cima mesmo. Temos de pensar nos erros que tivemos contra Maringá e focarmos neste nosso próximo jogo que será uma batalha muito dura também", declara pela assessoria de imprensa do Sesi.

O Osasco estreou com vitória, de virada, na Superliga sobre Flamengo por 3 sets a 2. A expectativa para o duelo com Bauru é de ginásio lotado nesta sexta, já que todos os ingressos disponibilizados pelo clube já foram retirados pelos torcedores.

Com isso, as jogadoras do adversário do Sesi contam com o apoio para lutar em busca da vitória no clássico. "O astral no Liberatti é único. A torcida joga junto com a gente e tem a capacidade de elevar a temperatura do jogo. E isso, indiscutivelmente, é um diferencial altamente favorável para nosso time", afirma a oposta Tifanny, ex-jogadora do Sesi Vôlei Bauru.