04 de março de 2026
Geral

Sátiras

Broncolino
| Tempo de leitura: 3 min

Broncolino o primeiro a rir das últimas

Broncolino o primeiro a rir das últimas

CESTA BÁSICA VAI A R$ 137,47. ASSIM, A COMIDA VAI FICANDO CARA. FÁCIL DE SUBIR NO PREÇO, DIFÍCIL DE DESCER NO ESTÔMAGO.

Os meios que estudam a comunicação no País, dizem que as novelas de televisão caíram de audiência. Não passam de 37 pontos na preferência da população brasileira. É que a telespectadora está com a atenção voltada para uma história

"Real".

E por falar nisso, a inflação de janeiro foi de 1,38%. A maior em dois anos. Mas será menor que a de fevereiro que, por sua vez, será menor que março. E assim por diante. Mas mesmo assim, o País vai adiante... Ele e a inflação.

A tal de cesta básica então, foi, de R$ 104,19, para R$ 137,47. Agora, minha amiga dona de casa, você estude as bases econômicas do seu querido e suado esposo, e compre o estritamente necessário. Naquela base.

Falando nela, a famigerada cesta básica, ela subiu novamente! O cesta básica é aquela em que a indústria vende 800 gramas como se fosse um quilo. Assim, sobe no preço e desce no peso.

O pãozinho francês, já passou para um aumento de 20%. Não, não é no tamanho, não! É no preço. No tamanho e no peso, o pãozinho francês sempre diminui. Para não pesar, quando o consumidor o carregar. Só pesa no bolso.

Segundo diz o presidente do Sindicato do setor, a carne deverá baixar de preço dentro de 10 dias. Boa notícia! É bom que desça mesmo Senão, o freguês busca outro produto, como o peixe, por exemplo. Daí, a vaca vai pro brejo!

Aliás, o Procon está achando exageradamente desproporcional, a diferença de preços entre os materiais escolares, que chega a 216%! Quem procura bem, acha. Quem não anda, se esborracha.

Mesmo assim, economistas como Roberto Campos, Delfim Netto e Aluísio Mercadante, não acreditam numa explosão dos preços. Não vão ao supermercado, não têm tempo de conversar com a esposa. Só buscam a sabedoria econômica nos jornais e na calculadora.

Não tem discussão. A única pessoa capaz de segurar, refrear a inflação, é o próprio consumidor. Se o consumidor for à loja ou ao supermercado, ver o preço mudado para cima, não pague. Busque outro estabelecimento. Não pague caro e verá que, logo, sai barato.

Sim, amigo, a comida vai ficando difícil. Subiu e vai subir mais. Por isso, não vai ser fácil de descer ao estômago. Não compre à toa. Só o necessário. Verá que o vendedor, vendo o produto perdido à toa na prateleira, vai baixar. O preço e a crista.

Mas, vamos falar de Bauru, a cidade "urucubaca". Aqui, sempre tem algum problema grave a ser solucionado. Veja você se não é verdade. Saiu o Izzo Filho. Veio aquela tremenda tromba d'água!

Falando em saiu Izzo, segundo o secretário de Finanças, Raul Gomes Duarte, não houve contabilização de lançamentos em dezembro e janeiro, na Prefeitura. Quer dizer, a contabilidade não está contando nada.

E por falar em tempestade, os telefones de prefixo 230 estiveram mudos, anteontem, por causa da chuva que desabou sobre a cidade. Os telefones 230 estiveram tão mudos, mas tão mudos, que até pareciam celulares!