07 de julho de 2026
Geral

Consumo

Luciano Augusto
| Tempo de leitura: 2 min

Venda de cerveja satisfaz as expectativas

Venda de cerveja satisfaz as expectativas

Texto: Luciano Augusto

A cerveja é realmente a preferência nacional. Mesmo com a crise econômica provocada pela desvalorização do real, as vendas da "loira gelada" satisfizeram as expectativas dos supermercadistas na cidade.

Embora sendo menor que o acusado nos últimos anos, nesta

época de carnaval, o aumento estimado gira em torno de 5 a 10%. As vendas de refrigerantes também foram maiores este ano, com um patamar similar ao da cerveja.

Pelo momento econômico vivido pelo país, o setor esperava números parecidos com os do ano passado. Entretanto, no último final de semana, as vendas foram "alavancadas" pelo Carnaval e pela manutenção dos preços antigos.

José Deoclécio, gerente do Supermercado Santo Antonio, do Estoril, explicou que o aumento aconteceu principalmente em

"relação à cerveja em lata". O preço, compatível com a praça e ainda sem aumento, manteve a demanda em alta.

Outro supermercado que sentiu a boa vendagem de cervejas e refrigerantes, foi o Confiança Max. Segundo o sub-gerente Sebastião da Silva, "as vendas foram satisfatórias, mas dentro das expectativas da empresa".

Promoções só mesmo em relação

às marcas de refrigerantes menos conhecidas. Como disse Silva, "elas surtem efeito, principalmente, com estes refrigerantes".

Já com a cerveja, o consumidor prefere as marcas mais "famosas", como Brahma, Skol e Antárctica. A diferença de preços entre estas marcas variam, no máximo, 10%. Uma economia substancial, uma vez que a caderneta de poupança deve render este mês menos de 2%.

O consumidor José Pascoal Visselli, é um dos que

"procuram as promoções entre as marcas famosas". Contrariando o que afirmam os supermercadistas, ele "diz que, sem dúvida, os preços estão aumentando, não só em relação à cerveja". O casal de namorados Marcel Fernandes Barbara e Lenize Brigatto Pinho, também "aproveitam a promoção entre as famosas". Para eles, "com este calor",

é impossível ficar sem cerveja na geladeira.

Bebidas importadas

As bebidas importadas não foram saboreadas com a mesma facilidade do ano passado. Este ano, os destilados importados sofreram uma queda nas vendas, de aproximadamente 5% em relação a 98.

Entretanto, o setor esperava que o consumo fosse bastante inferior ao ano passado, devido a alta do dólar frente ao real. Como disse Silva, "apesar do aumento nos preços o movimento foi similar".