07 de julho de 2026
Geral

Reforma

Márcia Buzalaf
| Tempo de leitura: 2 min

Licitação para a reforma da rodoviária sai em 15 dias

Licitação para a reforma da rodoviária sai em 15 dias

Texto: Márcia Buzalaf

A licitação para a reforma da lanchonete, da banca de revistas e da cafeteria do Terminal Rodoviário de Bauru deve sair em cerca de 15 dias. A informação foi dada pelo presidente da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Bauru (Emdurb), Joaquim Thomaz Sanches Madureira, 50 anos.

"O projeto da reforma vai desencadear a licitação o mais rápido possível", explica Madureira quando fala que o projeto, assinado pelo arquiteto bauruense, Jurandir Bueno Filho.

A licitação da reforma vai ser setorizada e vai abranger a lanchonete e a banca de revistas. O restaurante do terminal rodoviário, localizado no piso superior, será desativado. "Ele não tem atendido os anseios do proprietário, porque o movimento é grande", explica Madureira. Ele diz que, em contrapartida ao fechamento do restaurante, a lanchonete vai ser ampliada.

Apenas os sanitários, que também serão reformados e adequados ao deficiente físico, são de responsabilidade da Emdurb. Com este fato, explica Madureira, o custo da reforma não é grande. "Nós vamos fornecer uma condição melhor para os usuários sem um grande investimento", garante o presidente da autarquia.

As reformas serão de responsabilidade de quem ganhar a licitação. Ainda falta ser decidido um dos pontos mais importantes da concessão, que é o prazo. De acordo com Madureira, "quem ganhar a licitação sabe que vai ter um prazo para atuar na exploração do serviço", completa.

O prazo previsto, segundo Madureira, é de oito anos. "Estamos dependendo de ver no projeto, quanto será aplicado, em cada área", conta Madureira.

Emdurb vê com otimismo concordata

A Emdurb, como gerenciadora do transporte coletivo de Bauru, vai habilitar a concordata.

Madureira conta que a assessoria jurídica da Emdurb já está elaborando a habilitação de crédito, que é uma peça jurídica de declaração de dívidas da empresa.

Os débitos da empresa com a autarquia são relativas a taxa de gerenciamento e na Câmara de Compensação. De acordo com Madureira, a ECCB deve, à Emdurb, R$ 1,1 milhão de taxa de gerenciamento e R$ 1,7 milhão relativa ao débito com a Câmara de Compensação.

O único alerta que Madureira dá é que os bauruenses não podem ser sacrificados com a situação da empresa. "A Emdurb está atenta, fiscalizando", completa.

Se alguma empresa de transporte urbano prejudicar a comunidade bauruense, Madureira garante, a Emdurb pode intervir. "A gente pode usar instrumentos da lei em razão de algum comportamento que a ECCB tenha com o transporte coletivo", disse.

Madureira diz que, a Emdurb sendo credora da empresa, vê com otimismo a notícia do deferimento do pedido de concordata preventiva. "Dentro das condições que a lei estipula, ela terá que efetuar o pagamento", diz Madureira

(MB).