07 de julho de 2026
Geral

Vendas

Luciano Augusto
| Tempo de leitura: 2 min

Quinzena do Consumidor atinge expectativa

Quinzena do Consumidor atinge expectativa

Texto: Luciano Augusto

Depois de 15 dias de liquidação, desde 1.º de março, os lojistas da área central da cidade ficaram satisfeitos com os resultados alcançados. De acordo com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), o movimento de vendas foi praticamente igual ao registrado no ano passado.

Este ano foi o terceiro consecutivo que a CDL realiza a Quinzena do Consumidor. A Quinzena atinge o estoque de mercadorias de verão das lojas e, este ano, ofereceu descontos de até 60% em algumas mercadorias.

Conforme o presidente da CDL, Orlando Burgo, o último final de semana da liquidação também ficou dentro do esperado. Como disse Burgo, "até às 5 horas da tarde ainda havia gente comprando". No final de semana anterior, a CDL registrou o melhor final de semana do ano, com os negócios em alta de 10%.

Ontem, o movimento também foi bom, com muita gente aproveitando os últimos momentos para gastar melhor o seu dinheiro, adquirindo os produtos em oferta.

Os números finais da Quinzena do Consumidor, segundo o presidente da CDL, devem ser conhecidos hoje.

Coleção Inverno

A coleção de inverno estará sendo lançada nas lojas nos próximos dias.

Em São Paulo, pressionadas pela alta do dólar, as roupas importadas aumentaram em até 50%. Já as peças nacionais devem ficar de 2 a 15% mais caras, em média.

Para Bauru, Orlando Burgo acredita que os preços devem se manter razoavelmente compatíveis com o poder de compra do bauruense. Segundo as palavras de Burgo, "um amigo que esteve fazendo compras em São Paulo afirmou que não havia ninguém comprando. Produtos muito caros ninguém compra e o lojista tem que baixar o preço".

Burgo acredita que os preços da coleção inverno na cidade devem registrar alta de, no máximo, 5%, com os preços mais ou menos iguais aos do ano passado".

O argumento utilizado por Burgo para todo este otimismo é que os produtos já foram adquiridos em fevereiro",

época em que os efeitos da desvalorização do real e da alta do dólar ainda estavam sendo apurados.

Entretanto, finalizando a entrevista Burgo disse que, "se houver um aumento (assim como houve em São Paulo), ele pode atingir até maio, no máximo 25%".