General de brigada visita CPA-I/9 e elogia policiamento
General de brigada visita CPA-I/9 e elogia policiamento da cidade
Texto: Rita de Cássia Cornélio
O general de brigada Luiz Reis de Mello, comandante da 11ª Brigada de Infantaria Blindada do Exército visitou ontem o Comando de Policiamento de Área da Região de Bauru- CPA-I/9. A visita é um cumprimento de um preceito constitucional de defesa da Lei e da Ordem. Ele considerou a cidade tranqüila e elogiou a polícia comunitária.
O general disse que ao entrar em Bauru percebeu que a cidade era uma área tranqüila."Pelas estatísticas constatamos que não é uma área violenta, fruto do policiamento. Percebemos que polícia é atuante e que a polícia está presente."
Ele frisa que no Interior do Estado o esforço da polícia
é muito grande para manter a tranquilidade. "A polícia está bem estruturada. O policiamento comunitário predomina em Bauru."
Mello enfatizou que as visitas aos comandos de área visa a união de esforços. "Todos os comandos de brigada do nosso Exército estão fazendo a mesma coisa em todo o território nacional. Visa proporcional o conhecimento mútuos entre a PM e o Exército para que num momento de crise seja mais fácil o diálogo."
As visitas, segundo o general tiveram início no ano passado e estão sendo aprimoradas este ano. "Vai prosseguir. Cada comandante em sua área. A minha área abrange 544 municípios do Estado de São Paulo."
Combate ao narcotráfico
A crise política no Paraguai, segundo o general não deve afetar o Brasil. "A única coisa que nos preocupa
é o narcotráfico. Eu não creio que a crise no Paraguai vá afetar o Brasil."
Para Mello o narcotráfico e o tráfico de armas é que aflige. "Porque tem muito dinheiro envolvido e os nossos recursos são pequenos e a nossa faixa de fronteira é muito grande, o nosso espaço aéreo é muito grande. Nós temos espaços que não são patrulhados. Temos que vencer o narcotráfico e o tráfico de armas pela inteligência."
Exemplificando o general disse que basta analisar a distância entre Bauru e Lins."São 100 quilômetros. O que pode acontecer nesses 100 quilômetros? Agora imagine na fronteira da Amazônia."