15 de março de 2026
Geral

Comentário político

Redação
| Tempo de leitura: 2 min

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Tempos modernos

O presidente da Câmara Municipal, Paulo Madureira (PPB), aproveita o "recesso" de polêmicas para tentar colocar o Legislativo em sintonia com os tempos modernos. Nos

últimos dias, ele racionalizou e racionou horários de trabalho dos funcionários, entre outras medidas anti-crise.

Apoio parlamentar

A decisão que provocou discreto descontentamento de alguns setores administrativos da Câmara tem a ver com as sessões legislativas. A carga de trabalho das equipes de vários setores que atuam no apoio parlamentar durante as sessões foi redimensionada, sem prejuízo para o bom andamento dos trabalhos.

Sem "jeton"

Exemplo da decisão adotada por Paulo Madureira: uma equipe de determinada área que atuava com quatro pessoas (número fictício - qualquer semelhança com alguma das equipes

é mera coincidência), passará a atuar com duas. Com isso, economiza-se em "extras".

Salário em dia

Do outro lado do poder político da cidade, no Palácio das Cerejeiras, o prefeito Nilson Costa determinou ao secretário de Finanças, Raul Gomes Duarte Neto, esforço concentrado para tentar pagar os salários dos servidores no dia 1º de abril, como manda a Lei Orgânica Municipal.

Inconstitucional

Contudo, vale a pena relembrar, embora sem prejuízo à intenção do atual governo, que em recente decisão, o Tribunal de Justiça (TJ) considerou inconstitucional esse artigo da Lei Orgânica, durante demanda judicial entre o Sindicato dos Servidores e a administração Izzo Filho.

Dignidade já

Lei à parte, o que importa é que os servidores tenham restabelecida a dignidade e seu sagrado direito aos salários em dia e, quem sabe até, com algum tipo de reajuste, uma vez que o governo anuncia um aumento para o salário mínimo.

Prioridade

No rescaldo de toda a crise política e administrativa que assolou Bauru, e que ainda não acabou de vez, os servidores foram o setor da cidade que mais sofreu com tudo o que se ocorreu. Sofreram como servidores e como cidadãos bauruenses. Por isso, merecem atenção.

Briga no ninho

O PSDB de Duartina está em pé de guerra com o coordenador regional do partido, Élio Busch. Os tucanos de Duartina estão em processo de destituição pela Executiva estadual. Motivo: o comportamento eleitoral do PSDB duartinense, que teria, entre outras coisa, feito campanha para os deputados Pedro Tobias (PDT) e Paulo Lima (PFL).

Campanhas polêmicas

Ontem, um pedetista de Bauru ligou para ironizar a medida disciplinar que o PSDB está adotando com Duartina: "Se um diretório que apoiou um ex-tucano está sendo punido, imagine então o que vai acontecer agora com pelo menos um outro diretório tucano da região que fez campanha para o deputado Carlos Braga (PPB)..."

Grande risco

Vai causar uma grande correria a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo de anular a concorrência que levou às ruas de Bauru mais duas empresas de ônibus circular, no final de 96. Se a decisão foi mantida desta forma até a última instância, quem vai perder será a Prefeitura, ou seja, a população.