08 de julho de 2026
Geral

Comentário político

Redação
| Tempo de leitura: 2 min

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"Naturalizado"

O PSDB de Bauru "refilia" neste sábado o ex-candidato a deputado federal Natan Chaves, que fez da cidade e região uma de suas bases eleitorais mais fortes na eleição passada. E Natan veio para ficar. Por isso sua filiação no PSDB de Bauru, trazendo consigo, segundo informações extra-oficiais, cerca de 300 novos militantes.

Batalhão no ninho

Trata-se de um exército de filiados respeitável em um dos poucos partidos locais que mantém reuniões relativamente frequentes com seus filiados. Por sinal, Natan mantém em pleno funcionamento, na Duque de Caxias, seu antigo comitê de campanha, que agora serve como escritório político.

Plano de vôo

Ainda sobre os tucanos, comentou-se ontem, em algumas rodas, que o empresário Caio Coube, da Tilibra, estaria de partida do PSDB, porque não teria a propensão de se engajar na campanha eleitoral de Tuga Angerami à Prefeitura. Iria para o PTB, junto com Veríssimo Barbeiro e Zezinho Martha.

Intermediador

Temos ainda mais duas informações de última hora sobre o PSDB: a 1ª - O PSDB estadual teria delegado ao deputado Milton Flávio (Botucatu) a missão de averiguar a divergência entre a Coordenadoria Regional do partido e o diretório de Duartina, acusado de fazer campanha para adversários na última eleição.

Separatismo

A 2ª tucana - Os diretórios do PSDB da região de Lins estariam se desvinculando da coordenadoria regional coordenada por Bauru. Os motivos seriam divergências ainda não esclarecidas. Como se vê, o mundo da política não pára.

Muvuca - parte 3

O entrevero entre a vereadora Catarina Carvalho e os vereadores Paulo Madureira e Salvador Afonso pode render e chegar até a um dolorido processo interno para apuração de responsabilidades. Isso, é claro, se não for chamado um pizzaiolo para intervir no caso.

Comentários

Conversas à boca pequena no café do Legislativo e na banca do Marcão dão conta de que o fato pode evoluir para uma acusação de ofensas à instituição, ou seja, à Câmara, contra Catarina. O caso já deve estar sendo examinado pela conultoria jurídica da Casa de Leis.

Fax misterioso

Paralelamente, surgiu ontem a informação de que o aparelho de fac-símile (fax) da Câmara teria sido usado por alguém, cujo nome é mantido em sigilo, para envio de virtuais denúncias contra a direção local da Funai à direção nacional do órgão, em Brasília.

Repercussão federal

A mensagem enviada a Brasília foi subscrita por uma pessoa sobre a qual não sabe muito, nem mesmo se ela existe, realmente. Diante do que acabou causando, o fato, segundo a direção regional da Funai, já foi parar até na Polícia Federal. Mais este caso foi parar nas mãos de Paulo Lauris, consultor jurídico.