08 de julho de 2026
Geral

Linha de crédito

Luciano Augusto
| Tempo de leitura: 2 min

BB terá linha de crédito especial para comércio

BB terá linha de crédito especial para comércio

Texto: Luciano Augusto

Estará disponível nas agências do Banco do Brasil (BB) de Bauru, já no início da próxima semana, a linha de financiamento especial para o comércio paulista, criada entre um convênio do banco com a Federação das Associações Comerciais de São Paulo (Facesp).

O crédito pré-aprovado chega até o teto de R$ 20 mil, para desconto de cheques pré-datados e adiantamentos para faturas de cartões Visa, e deve facilitar o acesso das 380 associações comerciais do Estado para estes dois produtos.

A linha criada pelo convênio é, basicamente, dirigida a pequenas e médias empresas. Sua intenção, segundo o gerente da agência centro, Norton de Souza, é estimular o comércio, "porque na verdade, é um capital de giro que o banco está dando para as empresas".

Um outro atrativo interessante deste novo produto do BB, segundo o gerente, são as taxas de juros. Embora haja uma variação grande de negócio para negócio, dentro da operação, elas são atraentes. O desconto de cheques pré-datados, com vencimento entre 7 e 120 dias, traz juros mensais de 2,7% a 4%. Já em relação aos cartões Visa, os juros variam entre 2,5% e 3,5%. A taxa praticada no mercado está batendo na casa dos 5%. Valores menores, por exemplo, tem juros maiores.

O BB está colocando também à disposição dos lojistas, o CrediCheque, um "cheque especial" com uma linha de crédito lastreada por cheques pré-datados apresentados pelo comerciante. O prazo do contrato é de 180 dias, com uma taxa de juros de 3,9%.

Outra novidade são as linhas específicas de até R$ 50 mil, como preparação para as empresas enfrentarem o Bug do Milênio, o problema da virada de data no primeiro dia do ano 2000 nos computadores.

O interessado tem, necessariamente, que ser cliente do Banco do Brasil e não possui qualquer tipo de pendência bancária.

"A abertura é instantânea, bastando levar o cheque ou a fatura e fazer o negócio", diz Souza.