08 de julho de 2026
Geral

Briga na escola

Ieda Rodrigues
| Tempo de leitura: 2 min

Professora e alunos se desentendem no Ouro Verde

Professores e alunos se desentendem no Ouro Verde

Texto: Ieda Rodrigues

Uma professora, cujo nome não foi divulgado, e alunos da 6.ª série da escola Durval Guedes de Azevedo, no Jardim Ouro Verde, se desentenderam ontem pela manhã. A professora, que disse ter sido ameaçada pelos alunos, se trancou numa sala e acionou a Polícia Militar, que a escoltou na saída da escola. Os alunos, por outro lado, disseram que foram ofendidos pela professora e apenas se recusaram a entrar na sala após o intervalo.

Apesar da polícia comparecer na escola, nenhuma das partes quis registrar boletim de ocorrência. A dirigente regional de ensino, Edinéa Sita Cucci, disse que vai ouvir a professora e os alunos, para saber o que realmente ocorreu. Se ficar constatado que os alunos ofenderam e ameaçaram a professora gratuitamente, eles serão punidos. O mesmo pode ocorrer com a professora, caso tenha extrapolado na ação com os alunos.

Praticamente no mesmo momento do desentendimento entre alunos e professoras, ocorreu uma briga entre alunos na escola. O adolescente que teria levado uns tapas também não quis registrar boletim de ocorrência. Policiais do Pelotão Oeste, que atenderam a ocorrência, entraram em contato com a mãe do menor, que foi até a escola e o levou para a casa.

A polícia deslocou uma viatura para o local e foi impedida, pela diretora, de entrar na escola. O tenente Fabiano Serpa, comandante do Pelotão Oeste, disse que vai levar ao conhecimento da dirigente de ensino o que ocorreu na escola Durval Guedes de Azevedo. A escola conta com a Ronda Escola no horário de saída dos alunos do turno da manhã e entrada do turno da tarde, mas os fatos ocorreram por volta das 10h30, quando não havia policial em frente da escola.

A dirigente de ensino explicou que talvez o desentendimento tenha ocorrido porque a professora em questão é substituta e, por isso, não saiba lidar com os alunos. Edinéa ressaltou que independente do que ocorreu, caberia à diretoria acionar a polícia e não à professora. De acordo com a dirigente de ensino, a diretora estava na escola, mas só soube dos fatos quando a polícia chegou.