08 de julho de 2026
Geral

Comentário político

Redação
| Tempo de leitura: 2 min

Entrelinha

Entrelinha

Sem defesa

O vereador José Carlos Batata optou pela estratégia de não se defender em relação ao pedido feito pelo militante Tristan Dierckx para que as quase 400 filiações que têm suas bençãos sejam impugnadas. É mais um capítulo da efervescente política interna do partido.

Não quer legitimar

Fica claro que a estratégia visa não legitimar uma direção municipal, a qual não reconhece. Se Batata se defender, estará referendando, de forma indireta, aquilo que combate, ou seja, a hegemonia do grupo de Roque Ferreira na direção local. O prazo venceu no final de semana.

Verba de asfalto

Pode surgir uma boa notícia para a pavimentação das ruas de Bauru. Um deputado federal, no Congresso nacional, deve anunciar que será aberto um crédito para financiar esse tipo de obra. O melhor é que a verba poderá vir a fundo perdido. Quem sabe a confirmação sai nesta semana

Sinal aberto

Por sinal, nenhum deputado federal ainda conseguiu firmar-se junto

à opinião pública de Bauru como tendo adotado a cidade, de fato, para representá-la em termos de busca de recursos em Brasília. O caminho está aberto. Quem se sobressair vai ter, com certeza, a retribuição do eleitor.

Leque amplo

Deputados federais como Michel Temer, Paulo Lima e Milton Monti, todos do PMDB, além de João Herrmann (PPS), Delfim Neto (PPB), Aldo Rebelo (PC do B), José Genoíno

(PT) e outros com trânsito na cidade podem ocupar o espaço aberto com a não-eleição de nenhum representante na Capital Federal.

Contra excessos

Apesar de ser, por vezes, chamado de xiita, o deputado estadual Pedro Tobias (PDT) não gostou do que viu durante a desocupação dos sem-terra na última semana. Segundo ele, o movimento pela reforma agrária é legítimo, mas desde que não cometa excessos, como a destruição, que põe em xeque sua credibilidade.

Sem acordo

Por outro lado, ele está criticando, também, o projeto de lei do Governo do Estado que institui o Regime Básico de Previdência para os funcionários públicos. Apesar de o PDT estar conversando para formar na base de apoio de Covas, Tobias disse que não dá para aceitar o que foi proposto.

Em nome da Lei

O presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Dirceu de Mello, quando se aposentar, dará sua contribuição direta ao repensar de boa parte do Código Penal. Na edição de ontem do JC, ele mostrou estar interessado em ajudar os que fazem as leis a aperfeiçoá-las.

Lei para todos

A exemplo do que já havia dito quando passou por Bauru há alguns meses, Mello considera que há um excesso de privilégios, notadamente para ocupantes de cargos públicos, tanto no andamento dos processos quanto após, com a prisão especial, por exemplo. "Todos são iguais perante a lei", preconiza.