08 de julho de 2026
Geral

Aeromodelismo

Márcia Buzalaf
| Tempo de leitura: 2 min

Aeromodelismo de Bauru é destaque na feira internacional de aviação

Aeromodelismo de Bauru é destaque na feira internacional de aviação

Texto: Márcia Buzalaf

Bauru esteve presente na III Feira Internacional de Aviação, a Aero Sport 99, com a apresentação de equipamentos de aeromodelismo. Os aeromodelistas Marivaldo Campos Brito, 38 anos, e Marcos Alcântara Ferreira, 39 anos, piloto e mecânico, respectivamente, participaram do evento e levaram parte do esporte desenvolvido na cidade para participantes da Argentina, Estados Unidos, Portugal, Itália, Suécia, Alemanha e França.

As áreas de aviação que tomaram aeroporto de Sorocaba, na última semana de junho, enfocavam o setor comercial, naval e de guerra. O aeromodelismo foi exposto apenas pela Distribuidora Brasileira de Aeromodelismo. Brito afirma que a participação na feira é importante para divulgar o esporte.

Antes tido como hobbie, em 96, o aeromodelismo passou a ser tido como um esporte nacional e internacionalmente, podendo competir nos campeonatos mundiais. Segundo Brito, existe previsão de que em 2001, a modalidade possa participar das Olimpíadas.

Brito e Ferreira são tricampeões paulsita e campeão nacional na modalidade Pylon Racing, a mais rápida das modalidades, que chega a atingir 398 quilômetros por hora, um recorde de velocidade nos esportes. Este tipo de competição, segundo Brito, tem muitas regras e 16 juizes acompanhando as competições.

O crescimento do interesse pelo aeromodelismo tem gerado a participação dos bauruenses em exposições do esporte. No próximo dia 1º de agosto, os dois competidores farão uma apresentação no Aeroclube de Bauru, como parte das comemorações do aniversário da cidade. Nos dias 7 e 8 de agosto, a dupla também terá uma apresentação na base aérea de Pirassununga.

A maior dificuldade dos esportistas de aeromodelismo é arrumar patrocínio. Brito conta que, para o próximo campeonato em que eles poderiam concorrer na categoria Pylon Racing, na modalidade Fy, em nível internacional pela primeira vez pelo Brasil, faltou o patrocínio. "A próxima chance só em 2001", Brito conta.