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Crise das filiações
A crise interna no PT de Bauru pode ser decidida na próxima terça-feira, quando a comissão estadual que acompanha as contendas locais do partido decidirá sobre o pedido de impugnação das filiações em bloco feitas recentemente pelo vereador José Carlos Batata.
Última palavra
A direção municipal, que polariza a disputa com o grupo ligado ao vereador, acolheu o pedido de impugnação, mas a última palavra deverá ser da comissão estadual. Se conseguir manter os 392 filiados, Batata pode conseguir o comando do partido na próxima convenção, uma vez que todos terão direito a voto.
Ferroviários & previdência
Diretores do Sindicato da Paulista, que representa os ferroviários da Ferroban (ex-Fepasa), iriam se reunir ontem à noite com o deputado Pedro Tobias (PDT) para discutir o novo projeto previdenciário do governo estadual. O parlamentar, que já antecipou voto contrário à matéria, vê a proposta como um verdadeiro confisco.
Cobrança continua
O Sindicato dos Servidores volta a cobrar a instalação do Conselho Deliberativo do Seprem-Bauru e reclamando vontade política do prefeito Nilson Costa (PPS) para implementá-lo. A entidade acha que o Conselho será a ponte para "desvendar" a real situação do órgão previdenciário.
Sem mudanças
Sobre a questão, o prefeito Nilson Costa já se manifestou. Disse que não vai mexer com o Conselho até ver totalmente definido o novo modelo de previdência e assistência médica aos servidores. A definição, aliás,
é exigida por lei federal.
Empurra-empurra
O Sindicato não concorda com a postura do prefeito e atribui a ele a responsabilidade de abrir a formação do Conselho. A lei municipal que rege a formação desse organismo, entretanto, não diz que a deflagração do processo cabe ao Executivo. O próprio sindicato já poderia ter tomado a iniciativa.
Cohab terceiriza
A Cohab pretende contratar uma empresa especializada para cobrar os mutuários inadimplentes. Até hoje, a companhia vem tentando negociar as dívidas, mas não dispõe de pessoal para cobrir a grande demanda de devedores, atualmente espalhados por 88 municípios paulistas.
Sem perdão
Com a terceirização e o maior rigor na execução dos débitos, a empresa espera ter mais êxito no recebimento
das prestações atrasadas. Até o final de agosto, os inadimplentes ainda terão chance de renegociar a dívida, mas, a partir daí, a cobrança passa a correr nos moldes do comércio em geral. A Cohab avisa que não haverá perdão.
Caso Coesa
Ontem a Secretaria de Finanças confirmou que o governo anterior chegou a pagar na totalidade o acordo de R$ 2,5 milhões feito com a Coesa, em 1997. O contrato foi assinado em 1991 para os Lotes Urbanizados. As obras estão paradas e o governo passado reconheceu débito de diferença de medição, cinco anos depois.