08 de julho de 2026
Geral

Patrimônio histórico

Redação
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Codepac apóia tombamento de aeroporto de Bauru

Codepac apóia tombamento de Aeroporto de Bauru

O Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Bauru (Codepac) apóia o tombamento do Aeroporto de Bauru.

Segundo o presidente do Codepac, Nilson Ghirardello, a idéia já está sendo discutida entre os membros do Conselho, mas ainda não entrou como processo. Mas existe e a possibilidade e a idéia é válida

"Eu acho que há a possibilidade e a idéia é válida e merece estudo, devido a toda a história do Aeroporto e toda qualidade arquitetônica dos angares", disse Ghirardello.

Atualmente, o Conselho está viabilizando os primeiros processos de tombamento de imóveis que foram abertos em 1.996.

"Nossa idéia no momento é viabilizar o tombamento dos imóveis que foram elencados em 96 para depois abrir outros. Mas, o Aeroporto é um dos imóveis que deveria estar nesta lista, mas ainda não foi aberto o processo. E eu acho que ele merece estudo de tombamento", completou.

Ghirardello afirmou também que qualquer cidadão ou os membros do Conselho podem pedir abertura do processo de tombamento. Para isso, basta fazer a solicitação de abertura do processo de tombamento, por escrito, para a Secretaria Municipal de Cultura (avenida Nações Unidas, 8-09) aos cuidados do Codepac.

A secretária municipal de Cultura e membro do Codepac, Josefina Fraga, concorda com Ghirardello de que a idéia de tombamento do aeroporto é válida, mas que o processo tem muitos ângulos que devem ser analisados.

"O aeroporto de Bauru é passível de tombamento, porque os prédios históricos precisam ser preservados, porque fazem parte da história da cidade e do povo de Bauru e também por ser fundamental para a formação de novas gerações. Mas, as condições desse tombamento vão ser definidas na análise desse processo que der entrada no Codepac. Esse processo vai passar por uma análise histórica, arquitetônica, cultural, do seu contexto dentro da sociedade, dentro da geografia da cidade, se deve ser tombado em sua integridade ou apenas uma parte. Tudo isso será analisado. Mas a idéia é válida", concluiu Josefina Fraga.