07 de julho de 2026
Geral

Aumento dos combustíveis

Luciano Augusto
| Tempo de leitura: 2 min

Combustíveis devem ter nova alta na próxima semana

Combustíveis devem ter nova alta na próxima semana

Texto: Luciano Augusto

Os combustíveis (tanto álcool quanto a gasolina) devem sofrer novo aumento nos preços na semana que vem. Os "boatos" de alta são confirmados pelas distribuidoras da região. Entretanto, ninguém se arriscou em definir qual o percentual de mais este reajuste.

Alegando não ter informações oficiais sobre o provável aumento dos combustíveis, os distribuidores preferiram ficar no anonimato. Em Bauru, os preços do álcool e da gasolina não variam nos postos. O litro do álcool,

à vista, está em R$ 0,69 e o da gasolina comum, também com o pagamento no ato do abastecimento, custa R$ 1,25.

"Existe uma aprovação nesse sentido do Governo Federal junto aos usineiros, mas antes de segunda nós não teremos nenhuma idéia de quanto vai subir", adiantou um representante de distribuidora de combustível.

Como a gasolina leva uma proporção de 24% de álcool anidro na sua composição, deve subir junto. "Com relação à gasolina, acontece o chamado efeito cascata", esclarece. O aumento da gasolina, caso não seja anunciado na próxima semana, deve acontecer, no máximo, até o final da primeira quinzena de novembro.

Outra representante de uma grande distribuidora com escritório em Bauru, comentou que não tinha nenhuma informação da matriz sobre o aumento, tanto em relação ao álcool quanto à gasolina. Disse ainda que as informações que "tinha sobre a alta foi conseguida pela TV".

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Bauru e região, Davilço Graminha, também alegou que não havia recebido até o final da tarde de ontem nenhuma posição quanto

à aumentos. "O que a gente tem visto por aí são aumentos nas companhias mais nada que possa se comprovar", reiterou.

De acordo com ele, os aumentos oficiais são desconhecidos até o momento. Por outro lado, ele diz que "está vendo alguma coisa acontecer no mercado de álcool, por conta dos aumentos das usinas, mas ainda não se chegou a nenhum número".

Em relação à gasolina, o representante dos postos de gasolina diz que pela mistura do álcool, "com certeza havendo um aumento do álcool, a parcela correspondente aos 24%, é natural o aumento".

O aumento acumulado durante o ano não foi disponibilizado pela diretoria regional do sindicato em Bauru e nem pela sede do sindicato em São Paulo.