08 de julho de 2026
Geral

Assalto

Ieda Rodrigues
| Tempo de leitura: 2 min

Ladrões deixam vítima perto de casa

Ladrões deixam vítima perto de casa

Texto: Ieda Rodrigues

O estudante Marcelo Yedi Takizwa, 21 anos, morador na Bela Vista, foi vítima de roubo qualificado na madrugada de ontem. Depois de retirar R$ 100,00 da conta do estudante em um banco 24 horas e de subtrair o toca-fitas, CDs e a caixa de som do carro, os ladrões abandonaram a vítima em seu carro perto de mora.

Takizwa informou à polícia que foi abordado por dois homens por volta da meia-noite quando entrava em seu quarto, na rua Castro Alves, na Vila Falcão. O estudante contou que um deles encostou um objeto pontiagudo em suas costas, obrigando-o a entrar no seu carro, o Corsa placas CEG 6265, de Bauru, e se acomodar no banco de passageiro dianteiro.

Um dos homens assumiu a direção do carro e, o outro, sentou ao lado da vítima, ameaçando-a. Os ladrões, segundo contou, transitaram por vários bairros e em seguida entraram na rodovia Bauru-Marília, sentido Piratininga, onde transitaram por duas de terra.

Finalmente, os ladrões, sempre com a vítima no carro, voltaram a Bauru e pararam no banco 24 horas do Banespa localizado na Praça das Cerejeiras. No local, fizeram o estudante desembarcar e a sacar R$ 100,00 de sua conta. Segundo contou Takizwa, os ladrões dividiram o dinheiro na hora, quando cada um ficou com R$ 50,00.

A dupla de assaltantes voltou para o carro levando a vítima e rodou por mais alguns bairros, chegando inclusive a colidir com um veículo Opala branco. Ainda de acordo com o estudante, próximo à avenida Pinheiro Machado um dos homens desembarcou levando consigo o toca-fitas, uma disqueteira com seis CDs e o tampão traseiro do veículo com alto falante e o seu relógio de pulso.

O ladrão que estava no volante seguiu até o cruzamento das ruas Hildebrando de Carvalho com Rui Barbosa, próximo

à casa da vítima. No local, o ladrão desceu e fugiu a pé, abandonando o estudante no carro. A vítima não sofreu agressão física e disse que a

única arma que viu com os ladrões foi uma chave de fendas.

O caso será investigado pela Delegacia de Investigações Gerais/Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (DIG/Garra), mas ainda não existem suspeitas dos autores do crime. O titular da DIG/Garra, J.J. Cardia, disse tratar-se de um roubo qualificado, e não seqüestro relâmpago.