07 de julho de 2026
Geral

Telefonia

Patrícia Zamboni
| Tempo de leitura: 2 min

Usuário reclama de problemas com cartões telefônicos

Texto: Patrícia Zamboni

Usuários vêm enfrentando problemas com os cartões de telefone da Telefonica que são utilizados em orelhões, que são vendidos vazios. De acordo com Aparecido Said, por diversas vezes ele comprou cartões em estabelecimentos comerciais e casas lotéricas que revendem esse material e, quando foi usá-los no telefone público, foi surpreendido com a mensagem digital de que não havia nenhuma unidade para ser utilizada. "Essas lojas não têm aquela máquina de testar o cartão para ver se tem unidade ou não. Então, já aconteceu várias vezes de eu comprar um cartão, guardar na carteira e quando eu fui usar não tinha nenhuma unidade. Aí você vai na loja pra trocar e eles não trocam. Tem que ir lá na Telefonica pra trocar, porque lá tem essa máquina que testa o cartão. Mas isso é um transtorno pra gente, porque se você vai usar numa emergência, fica sem poder telefonar", reclama Said.

Outro problema enfrentado por ele foi quando, após tentar usar um cartão que foi recusado em três orelhões por falta de unidades, ao chegar à Telefonica e submeter o cartão ao teste, mais uma surpresa: havia sete unidades no cartão. "Como o cartão não foi recusado e tinha unidades, a funcionária me disse que não poderia fazer a troca. Eu acho um absurdo essas lojas não terem uma máquina daquela pra poder testar os cartões. Nós estamos sendo muito prejudicados com isso, porque na hora que precisa, não conseguimos usar", questiona Aparecido Said.

A resposta

A assessoria de Comunicação da Telefonica em Bauru sugere aos usuários que adquiram seus cartões em lojas autorizadas da Telefonica, pois essas empresas estão aptas a fazer a troca dos cartões inválidos. Quanto

à máquina que faz o teste, a assessoria informa que as revendas que possuem um grande volume de vendas de cartões possuem esse equipamento, que custa cerca de R$ 120,00. Porém, nenhuma revenda autorizada é obrigada a adquirir essa máquina; a aquisição, quando feita, é por livre e espontânea vontade do revendedor.