07 de julho de 2026
Geral

Nova presidência

Marcos Zibordi
| Tempo de leitura: 2 min

Mantida eleição da Câmara de Gália

Texto: Marcos Zibordi

Ex-presidente havia pleiteando na Justiça anulação da sessão que elegeu nova presidência, mas TJ deu parecer contrário

Está mantida a votação que elegeu a presidência da Câmara Municipal de Gália para o ano 2.000. A ex-presidente Maria Ignês Ferrari Altran (PMDB) havia ingressado com ação na Justiça pleiteando a anulação da sessão que elegeu a nova presidência, mas o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ) entendeu que a anulação deveria ter sido pleiteada por via apropriada, que não a do TJ.

Em Gália, a presidência da Câmara vale por um ano, devendo os vereadores eleger a próxima mesa na

última sessão do ano anterior. Esta determinação vale desde 93, quando os vereadores decidiram reduzir os mandatos da presidência de dois para um ano.

De acordo com o Regimento Interno da Câmara, a eleição da nova mesa para 2.000 teria que ser feita na última sessão ordinária do ano. Segundo o vereador Antonio Edson Volponi

(PSDB), a presidente não convocou a votação na última sessão do ano passado, em 12 de dezembro.

Volponi informou que seis vereadores (2/3 da Casa) se juntaram e convocaram um sessão extraordinária, na qual a presidente não compareceu.

Mesmo assim, tendo esperado os dez minutos regulares, o vice-presidente da Câmara assumiu a mesa e fez a eleição, que elegeu José Silvino Zaniboni o presidente para o ano de 2.000. Walter Caldas Ottonicar foi eleito vice.

A presidente da Câmara foi à Justiça com pedido liminar de anulação da sessão no Fórum de Gália, que foi indeferida. Ela então ingressou com agravo de instrumento no TJ, que também o negou. O Tribunal entendeu que o pedido de anulação da sessão não foi feito por via apropriada.

A vereadora Altran foi procurada ontem, via telefone, em sua residência, mas não foi encontrada para falar sobre o assunto. Segundo informou seu marido, ela tinha viajado para Marília e não tinha retornado ainda.