07 de julho de 2026
Geral

Habitação

Luciano Augusto
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CEF Bauru consolida primeiro lugar em programa de habitação

Texto: Luciano Augusto

A Caixa Econômica Federal (CEF), através do escritório de negócios de Bauru, repetiu o desempenho de 98 e foi a primeira colocada nos financiamentos de casas populares no País, através do Programa de Carta de Crédito Associativo, financiado com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço

(FGTS). O escritório de negócios regional contratou um total de R$ 67.926.758,43, correspondente ao financiamento de 4.538 unidades. O total geral da Caixa foi R$ 782.960.211,00, correspondente a 36.022 unidades.

Em 98, quando o escritório também conseguiu a primeira colocação, o montante aplicado atingiu R$ 110.112.018,81, correspondente a mais de 9.300 novas casas.

A campanha de renegociação dos contratos com problemas promovido constantemente pela Caixa também surtiu efeito. A meta em relação reciclagem de ativos (onde somam contratos liquidados ou renegociados com descontos) que era de renegociar ou liquidar 2.303 contratos foi ultrapassada e o escritório alcançou o resultado de 3.628 contratos reciclados. Somente em Bauru, este mesmo número chegou a 883.

O Escritório de Negócios da Caixa em Bauru, abrange 27 agências em 20 municípios, atendendo um total de 95 municípios.

O gerente de mercado do escritório de negócios da CEF em Bauru, Wangley Rodrigues Tau, afirmou considerar que este resultado reflete "a consolidação da contratação de cartas na modalidade associativa", que mesmo sendo um produto relativamente novo (de 1997) vem apresentando excelentes resultados.

A redução na contratação, segundo ele, porque a instituição trabalha com a demanda efetiva das unidades. Com isso, a tendência é que o fluxo de pessoas que procuram o financiamento diminua com o passar dos anos. Mesmo assim, o escritório manteve a primeira colocação "em virtude da grande vocação habitacional do escritório de negócios, que pode contratar de forma descentralizada os financiamentos em habitação".

Além dessa vocação natural do escritório, a CEF regional "tem uma vantagem competitiva, onde os gerentes estão treinados e capacitados para receber a avaliar projetos dessa natureza".

Sobre a reciclagem de ativos, outro braço na questão dos financiamentos habitacionais, Tau revela que o "resultado final foi satisfatório e ficou até além do que era esperado". A Caixa conseguiu reduzir a inadimplência das carteiras antigas, o que também propiciou numa melhoria econômica, implicando até em novas aplicações.

"Liquidamos contratos com deficiências econômico-financeiras, onde ao final deles, o Tesouro teria que arcar com grandes quantidades de valor, através do Fundo de Compensação das Variações Salariais (FCVS)", comemora o gerente de mercado da CEF em Bauru.